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Antes de bater a super meta, Elisa Fabrino, Vendedora Técnica Industrial, já tinha algo que muitos buscam por anos: história de mercado, repertório e credibilidade.

Ela construiu sua trajetória atuando em vendas complexas, lidando com decisores, ciclos longos e negociações que exigem preparo emocional e técnico. Não era iniciante. Pelo contrário — era referência dentro da própria operação.

Mesmo assim, em determinado momento da carreira, algo ficou claro: a experiência sozinha já não estava empurrando os resultados para o próximo nível. As metas eram batidas, os clientes renovavam, o pipeline existia… mas a super meta parecia sempre distante.

Foi aí que Elisa decidiu fazer algo que poucos profissionais experientes têm coragem de fazer: voltar para o básico — não para recomeçar, mas para refinar.

Entrou na Turma 10 do Programa de Aceleração de Supervendedores e revisou hábitos, reorganizou o processo comercial, ajustando sua postura em cada etapa da venda B2B.

O que parecia “só mais um ajuste” virou um ponto de virada.

A partir desse momento, vender deixou de ser um esforço reativo e passou a ser um sistema consciente de decisões diárias. E o resultado não demorou a aparecer: super meta batida, com previsibilidade, controle e muito menos desgaste.

O erro comum de toda vendedora B2B experiente

Um dos maiores riscos para quem atua há anos em vendas B2B é confiar apenas no histórico.

Entre os erros mais comuns estão:

  • Prospectar menos por confiar demais na carteira atual

  • Reagir mais do que planejar a semana comercial

  • Confundir relacionamento com falta de direção no processo

  • Acreditar que “já sabe vender” e parar de treinar

Elisa percebeu percebeu algo simples, mas poderoso: se ela continuasse fazendo o que sempre fez, continuaria tendo os mesmos resultados.

A virada de chave: processo antes do resultado

O primeiro ajuste não foi na técnica de fechamento, mas no processo comercial.

Ela passou a olhar para sua rotina com mais critério e respondeu três perguntas fundamentais:

  1. Quais atividades realmente geram oportunidade?

  2. Onde estou perdendo tempo que não vira venda?

  3. O que precisa ser feito toda semana, independentemente do humor ou da meta?

A partir disso, algumas mudanças práticas aconteceram:

  • Blocos fixos de prospecção ativa na agenda

  • Follow-ups com critério e cadência definida

  • Menos improviso, mais repetição do que funciona

  • Registro consciente das interações com clientes

Resultado: mais previsibilidade e menos ansiedade.

Mentalidade: o que separa meta de super meta

Outro ponto decisivo foi o comportamento.

Bater a meta mantém o jogo.
Bater a super meta muda o nível.

Como vendedora B2B, Elisa entendeu que precisava sair do modo “cumprir tabela” e assumir uma postura de protagonismo:

  • Parou de negociar contra si mesma

  • Passou a conduzir melhor as conversas de valor

  • Aprendeu a sustentar preço com segurança

  • Deixou de depender apenas de oportunidades “quentes”

Como ela mesma resumiu em um dos encontros de desenvolvimento:

“Quando eu organizei meu processo e minha cabeça, vender deixou de ser sorte e virou consequência.”

A importância da consistência em vendas B2B

No mercado B2B, resultados fora da curva raramente vêm de um grande golpe. Eles nascem da consistência invisível:

  • Prospectar mesmo quando a agenda está cheia

  • Estudar o cliente antes da reunião

  • Fazer perguntas melhores, não apresentações maiores

  • Revisar o próprio desempenho semanalmente

Elisa não bateu a super meta porque fechou um contrato isolado — ela bateu porque construiu um mês comercial forte todos os dias.

O que toda vendedora B2B pode aprender com essa história

Se você atua em vendas B2B e quer sair do platô, as lições são claras:

  • Experiência não substitui processo

  • Relacionamento não elimina a necessidade de direção

  • Constância vence motivação

  • Super meta é reflexo de comportamento, não de sorte

No fim, o que diferencia uma vendedora B2B comum de uma profissional de alta performance é a capacidade de olhar para si mesma com honestidade e ajustar a rota.

Super meta não é um evento, é um padrão

Bater a super meta não é um momento épico.
É um padrão construído com decisões diárias.

Como vendedora B2B, Elisa provou que, mesmo com anos de carreira, sempre existe espaço para evoluir — desde que haja método, disciplina e consciência do processo.

E a pergunta que fica é simples e direta:

👉 O que você precisa ajustar hoje para que seus próximos resultados deixem de ser comuns?

Aproveite e confira o conteúdo “Venda de Equipamentos Fitness“, com a participação de Eduardo Bhonfim, Executivo Comercial na Trendx Brasil , e também aluno da turma 10 do Programa de Aceleração de Supervendedores.

 

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Conheça o convidado(a)

Elisa Fabrino
Programa de Aceleração - Super Vendedores
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