PAPO DE VENDEDOR | EPISÓDIO #312

Liderança Comercial Humanizada na Prática: Lições de uma Unidade Campeã da TOTVS

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Durante muitos anos, liderança comercial foi quase sinônimo de pressão extrema, cobrança diária e metas impostas de cima para baixo.

Em muitos times, o discurso era simples: “bate meta quem aguenta”.

O problema é que esse modelo até pode gerar resultado no curto prazo, mas cobra um preço alto — burnout, turnover elevado e perda de talentos.

É nesse cenário que a experiência de José Nilson, Diretor Comercial e de Marketing da TOTVS, chama atenção. À frente de uma unidade campeã em resultados, José Nilson prova, na prática, que é possível bater metas ambiciosas sem recorrer à desumanização do time.

“Resultado sustentável só existe quando as pessoas se sentem respeitadas, seguras e parte do processo”, afirma José Nilson.

Mais do que um discurso bonito, essa visão se reflete em cultura, processos e comportamento diário da liderança.

O que é, de fato, liderança comercial humanizada?

Liderança comercial humanizada não significa abrir mão de metas, indicadores ou performance. Pelo contrário. Significa mudar a forma como se chega ao resultado.

Na prática, esse modelo parte de três pilares:

  1. Segurança psicológica

  2. Clareza de expectativas

  3. Desenvolvimento contínuo do time

“Humanizar a liderança não é aliviar a cobrança, é tornar a cobrança justa, clara e possível”, reforça José Nilson.

Quando o vendedor entende o porquê da meta, recebe apoio para se desenvolver e sente que pode errar e aprender, o desempenho sobe de forma natural.

Pressão desumana não gera alta performance

Um dos maiores mitos da gestão comercial é a ideia de que mais pressão gera mais venda. A experiência da TOTVS mostra exatamente o oposto.

Ambientes onde o medo domina:

  • reduzem a autonomia

  • limitam a criatividade

  • aumentam o foco apenas no curto prazo

“Quando o vendedor trabalha com medo, ele deixa de pensar no cliente e passa a pensar só em sobreviver”, destaca José Nilson.

E isso impacta diretamente o modelo de venda, tornando-o mais transacional, menos consultivo e com menor valor agregado.

Liderança humanizada começa pelo exemplo

Na unidade liderada por José Nilson, a liderança não se limita a cobrar número. Ela:

  • participa das rotinas comerciais

  • escuta o time

  • acompanha negociações estratégicas

  • atua como facilitadora, não apenas como fiscal

“O líder precisa ser o primeiro a praticar o comportamento que espera do time”, pontua.

Esse exemplo cria um efeito cascata. Gestores mais próximos formam vendedores mais maduros, responsáveis e comprometidos com o resultado coletivo.

Cultura de desenvolvimento, não de punição

Outro diferencial está na forma como erros são tratados. Em vez de punição imediata, existe análise, aprendizado e ajuste de rota.

“Erro é dado. O problema não é errar, é errar e não aprender”, afirma José Nilson.

Essa mentalidade incentiva o vendedor a:

  • testar novas abordagens

  • aprimorar o discurso

  • evoluir tecnicamente

Com isso, o time cresce junto — e o resultado aparece de forma consistente.

O impacto direto nos resultados comerciais

A liderança comercial humanizada não é apenas um conceito inspirador. Ela gera efeitos claros nos indicadores:

  • aumento da produtividade

  • melhoria na taxa de conversão

  • maior retenção de talentos

  • clientes mais satisfeitos

  • crescimento sustentável da unidade

“Times engajados vendem melhor porque acreditam no que fazem”, resume José Nilson.

A unidade campeã da TOTVS é prova viva de que performance e humanidade não são opostos — são complementares.

O papel do líder comercial no futuro das vendas

O mercado mudou. O cliente está mais informado, mais exigente e menos tolerante a abordagens agressivas. Nesse contexto, líderes comerciais precisam formar vendedores mais consultivos, empáticos e estratégicos.

E isso começa na liderança.

“Se o líder não evoluir, o time não evolui”, alerta José Nilson.

A liderança comercial humanizada deixa de ser diferencial e passa a ser requisito para quem deseja crescer de forma previsível e sustentável.

Humanizar não é suavizar, é profissionalizar

A grande lição da unidade campeã da TOTVS é clara: liderar com humanidade não significa reduzir a ambição, mas sim elevar o nível de maturidade do time.

Quando o vendedor se sente parte do processo, entende seu papel e recebe suporte real, ele entrega mais — e melhor.

“Resultado é consequência de cultura”, finaliza José Nilson.

E culturas fortes começam com líderes conscientes do impacto que geram todos os dias.

Aproveite e confira o conteúdo “Por Dentro da Cultura Comercial do G4: Como Times de Elite São Construídos“, com a participação de Jonathan Souza, Diretor Comercial G4 Educação”

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José Nilson
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